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Gerir uma empresa – Avaliar pelo conhecimento e contributo

Nas últimas duas décadas tem-se assistido a uma alteração fundamental na distribuição do poder e autoridade nas empresas. Até há pouco tempo, a maioria das empresas eram verticais – apresentavam muitos níveis de gestores e supervisores entre a administração e os trabalhadores da linha da frente.

O modelo clássico de uma organização vertical é o exército. No exército, os soldados rasos reportam aos cabos que reportam aos sargentos que reportam aos capitães e por aí adiante e claro quando a ordem volta, vem a “descer” por aí abaixo, passando por uma longa e exaustiva lista de pessoas.

Até à relativamente pouco tempo, grandes empresas não eram muito diferentes deste modelo hierárquico rígido. Empregando centenas de milhares de funcionários, estas empresas dependiam e ainda em muitos casos dependem, de “exércitos” de supervisores e de gestores para controlar o trabalho, os funcionários que o realizam e quando e como o realizam.

O objetivo principal da gestão superior era comandar e controlar muito de perto os calendários, as tarefas e os processos de tomada de decisões dos funcionários, de modo a garantir que a empresa cumpria os seus objetivos.

Com base no grande e único Peter Drucker
Devemos de considerar a importância de colocar o conhecimento à frente do ego numa empresa moderna. “Nenhum conhecimento confere uma classificação mais elevada do que outro, cada um é julgado pelo seu contributo para uma tarefa comum em detrimento de ser julgado por qualquer superioridade ou inferioridade inerente“.

Assim, a empresa moderna não pode continuar a ter uma estrutura de “chefe e subordinado”. Deve ser organizada como uma equipa.
(Harvard Business Review)

Conteúdos textuais pertence a Fonte: Paulo Gomes 

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